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SEMENTES GERMINADAS - FONTE DE SAÚDE
SEMENTES GERMINADAS - FONTE DE SAÚDE

Por muito tempo estávamos pensando em criar este espaço, mas antes era necessário consultar fontes confiáveis e além de tudo, dar informações mais detlhadas e precisas sobre o assunto, que não é tão simples assim.

Encontramos um site que fala sobre isso e estamos transcrevendo as informações ali contidas, pois percebemos, como vocês também irão perceber, a seriedade do mesmo, como também as excelentes informações ali contidas, que esperamos ser útil para todos os nossos leitores e que ajudem a equilibrar a saúde.

saude

 Alimentos germinados – o que são e quais as vantagens

Se pretender aumentar a sua ingestão de nutrientes através de alimentos facilmente digeríveis, está na altura de conhecer os alimentos germinados.
Considerados alimentos "vivos”, os alimentos germinados são de fácil digestão e são verdadeiras concentrações de nutrientes e enzimas, possuindo mais nutrientes que o alimento original e de uma forma bem mais digerível.

A germinação de sementes para a alimentação humana era já usada pelos Sumérios há 6000 anos, pelos Chineses desde a época do Imperador Shang Nung e pelo povo Hunza na sua época áurea.
O que são alimentos germinados?
Os alimentos germinados, ou rebentos, são os grãos, as sementes e as leguminosas,  que deram inicio ao processo de criação de uma nova planta. Os grãos e as sementes de uma determinada planta são verdadeiras concentrações de nutrientes, de certa forma "adormecidos” e à espera das condições ideais para se desenvolverem.  Quando lhes damos a água, o oxigênio e uma determinada temperatura, este alimento dá inicio a diferentes processos bioquímicos que tem como finalidade a criação de uma nova planta.
Quais as vantagens?
Ao dar inicio ao processo de germinação, a semente produz diferentes compostos e altera a estrutura dos seus constituintes que terão como objetivo criar e alimentar a nova planta. O alimento germinado será assim de mais fácil digestão, muito mais rico do ponto de vista nutricional, e terá menos fatores antinutricionais (compostos que impedem a absorção de alguns nutrientes), aumentando desta forma o seu valor nutricional.
O seu teor vitamínico e mineral e a biodisponibilidade de alguns destes nutrientes pode aumentar entre 200 – 600%! Ocorre ainda um aumento do teor em proteínas e o valor biológico destas.   
Com a germinação ocorre ainda a degradação de diferentes constituintes do grão/ semente, tornando-se bem mais fácil de digerir.

1- Teoria da acidez e alcalinidade

germinadas

Um número imensurável de reações químicas são realizadas pelo nosso corpo a cada segundo, reações estas que para acontecerem precisam da presença de enzimas, vitaminas e minerais específicos a cada reação. As enzimas por sua vez precisam de um meio com ph e temperatura adequados para exercerem a sua função. Ph é a concentração de íons de hidrogênio de um determinado meio, que é considerado ácido quando o ph for menor que 7.0, neutro quando igual a 7.0 e alcalino quando maior que 7.0. Pois bem, o ph normal do nosso sangue arterial varia de 7.35 a 7.45, portanto alcalino, e pequenas variações além da normalidade alteram de forma significativa toda a função enzimática. O nosso organismo reage muito mal diante da acidez, tanto que quando o ph do sangue arterial abaixa para 7.0 (neutro) consideramos essa situação grave e uma pessoa com este quadro precisa de cuidados especiais para manter a vida. É tão importante manter o ph-sanguíneo dentro da normalidade, que dispomos de um mecanismo denominado de sistema tampão ou reserva alcalina. Este sistema funciona ininterruptamente neutralizando as substâncias ácidas produzidas pelo metabolismo dos alimentos que ingerimos, principalmente os que são ricos em proteínas. Pois estes produzem como produto final do seu metabolismo ácidos não voláteis que necessitam ser tamponados e depois excretados pelos rins. Observe também que todas as nossas vias de excreções principalmente pulmões e rins, eliminam preponderantemente substâncias ácidas, o suor é ácido, as fezes são ácidas e o CO2 eliminado pelo pulmão é um ácido forte, comprovando a necessidade que o nosso organismo tem de expulsar a acidez para se manter em equilíbrio. É por esse fato que os laboratórios pedem sempre que fiquemos em jejum antes da coleta de material - se ingerirmos alimentos cozidos antes de um exame de sangue (café com leite e pão com manteiga são suficientes) iniciar-se-á uma resposta imune que elevará a contagem de glóbulos brancos a um valor parecido ao de uma apendicite aguda. A isso denominamos leucocitose digestiva. Tal fato não ocorre após a ingestão de alimentos crus. Desafiamos diariamente nossas reservas e demanda-se de forma também diária um gasto energético com a imunidade.

Hoje já se admite que uma alimentação muito rica em proteínas, contribua para o desenvolvimento da falência dos rins (insuficiência renal) pela sobrecarga imposta a este órgão durante anos a fio. Sabemos que os alimentos podem ser classificados, de acordo com o resíduo proveniente do seu metabolismo em: formadores de acidez e de alcalinidade. Uma alimentação composta de 50% de alimentos acidificantes e 50% de alcalinizantes, terá como produto final do metabolismo um resíduo com ph neutro igual a 7.0. Este ph embora neutro, está muito abaixo do ph sanguíneo adequado (alcalino=7.35 a 7.45), a um perfeito funcionamento enzimático. Assim, para que o resíduo resultante tenha um ph alcalino e próximo do desejável, é necessário aumentar a proporção de alimentos alcalinizantes de 50 para mais ou menos 70 a 80%. Portanto uma alimentação para ser saudável e não sobrecarregar os rins deve ser composta predominantemente por alimentos alcalinizantes.

2-  Classificação dos alimentos quanto a energia vital 

Os alimentos podem ser classificados em quatro categorias, de acordo com o grau de vitalidade:
Alimentos biogênicos-alimentos que geram a vida

São a base ideal da alimentação do ponto de vista qualitativo.

São os germes e os brotos dos grãos, dos cereais, das leguminosas, das ervas e das hortaliças. No início de seu crescimento, as plantas são extremamente ricas em substâncias que reforçam a vitalidade das células (vitaminas, minerais, oligoelementos, aminoácidos, enzimas, hormônios vegetais, etc) que permitem que elas se regenerem constantemente.

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Alimentos bioativos - alimentos que ativam a vida

São a base ideal da nossa alimentação do ponto de vista quantitativo.
São as frutas, ervas, hortaliças, leguminosas, nozes (oleaginosos), os bagos, grãos e cereais que já estão maduros e são consumidos em perfeito estado, crus ou deixados de molho. Os alimentos que geram a vida e os alimentos que ativam a vida são os ALIMENTOS VIVOS. Foram previstos pela natureza para assegurar a vida e o bem estar do ser humano. Seu consumo traz vitalidade e saúde em qualquer idade.

bioativos

Alimentos bioestáticos - alimentos que diminuem a vida
São os alimentos cuja força vital foi reduzida pelo tempo (alimentos crus armazenados), pelo frio (refrigeração, congelamento) ou pelo calor (cozimento). O uso de alimentos bioestáticos é o resultado de hábitos sociais. Seu consumo assegura o funcionamento mínimo de nosso organismo, mas provoca o envelhecimento das células, pois não lhes fornece as substâncias vivas necessárias à sua regeneração.

bioestáticos

 Alimentos biocídicos-alimentos que destroem a vida

São os alimentos que predominam na alimentação moderna. São todos os alimentos cuja força vital foi destruída por processos físicos ou químicos de refinação, conservação ou preparo. Os alimentos biocídicos foram inventados pelo homem para sua própria perda. Envenenam, pouco a pouco, as células com as substâncias nocivas que eles contêm.

 biocídicos

  2 - Sementes germinadas 

Algo que sabemos é que precisamos nos alimentar para  mantermo-nos vivos.Trata-se de um ponto de partida, porque nos indica uma responsabilidade individual precisa nesse sentido. Se observarmos que somos seres vivos, não é difícil entender que precisamos de alimentos vivos para manter a saúde, o bem estar e a alegria. 

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Por isso, a importância de privilegiar os produtos que mantêm intactas suas características energéticas vitais. Partindo da observação de que tudo aquilo que conhecemos tem uma inata tendência para a auto-organização, uma obediência às leis naturais e uma forma de memória que conecta as coisas entre si (teoria dos campos morfogenéticos de Rupert Sheldrake), surge a teoria do hólon, ou seja, a parte que contém o todo.  .....................................................................................................................................................................................

 

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Chips de computadores são moléculas de água que contém silício. Sementes também. Dentro delas há informação sobre a vida na terra. A semente antes de brotar, contém em estado latente toda a informação necessária para o crescimento da planta completa, toda a nossa história de vida no universo e nesse planeta e a  forma de como  lidar com o ecossistema que o homem  forma com seus corpos em interação com o que ele encontra ao seu redor. Ao se aquecer o Chip, a molécula de água se rompe e ele perde as informações. O contato com o chip vivo recupera o processo criativo humano, nos reconectando com os outros, com os animais e com o planeta.

 A água é o plasma que molda a vida em todas as suas instâncias. ......... Quando a água pura e fria penetra uma semente seca dá-se início ao fascinante processo de germinação. A água permeia o tecido embrionário da semente e ativa o DNA no seu núcleo germinativo.

Um computador cheio de informações milenares inicia sua baixa de dados, comandando uma revolução nos tecidos secos e inertes, que começam a transformar-se, numa explosão energética comparável ao Big-Bang de que falam os astrofísicos contemporâneos. Uma verdadeira usina de energia que cabe na palma de nossas mãos.

Ingerindo cada dia um pouco de semente em seu estado natural, cru e procurando sempre variar, permitimos que elas reorganizem o nosso DNA, devolvendo-nos a capacidade de viver em paz com a natureza, aprendendo junto com ela.

Os alimentos vivos, e entre eles  os brotos, além de  nutrir com sua energia de alta frequência vibratória, as nossas células, nutrem também os campos energéticos sutis que sustentam a vida física. 

Quando nos alimentamos da forma que a natureza desenhou para nós, liberamos uma quantidade enorme de energia, normalmente utilizada para reequilibrar os resultados dos nossos hábitos errôneos. 

Quando os nossos campos energéticos sutis estão livres desta tarefa, acontecem dentro de nós sinapses, antes inimagináveis e podemos habitar conscientemente o nosso ser multidimensional.

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Os nossos órgãos, sistemas e células possuem tons e ou vibrações apropriadas para o seu perfeito funcionamento; se tivéssemos a capacidade de ouvir os sons do nosso organismo, seria algo parecido com a maior orquestra sinfônica de todos os tempos. Cada alimento, assim como todas as coisas, tem sua vibração particular que entra em ressonância com o nosso organismo. Por isso a necessidade dos alimentos serem íntegros e naturais. Ao serem cozidos e processados industrialmente adquirem frequências diferentes daquelas que são consideradas desejáveis, criando acordes dissonantes e cacofônicos.

Quando os vegetais são produzidos com produtos químicos ou em solos que perderam seus nutrientes originais devido à agricultura de depredação, não conseguem atingir a frequência vibratória que lhes é própria, não  transmitindo assim  a vitalidade que deveria caracterizá-los. Por isso é importante  produzirmos pelo menos uma parte dos nossos próprios alimentos (por exemplo, os brotos) para conseguirmos manter a ressonância com a pulsação básica da vida no planeta. 

3- Vitaminas, Minerais, Oligoelementos e Enzimas. 

Nos alimentos oferecidos pela natureza, encontramos – em pequena quantidade – as substâncias indispensáveis às funções das células: vitaminas, minerais, oligoelementos, enzimas e complexos biológicos, que se complementam para garantir o melhor desempenho de cada um deles. 

Os minerais e as vitaminas de mais fácil absorção são aqueles de origem vegetal.  Vitaminas e minerais sintetizados em laboratórios, em cápsulas ou acondicionadas aos alimentos, não são completamente metabolizados pelo nosso organismo e resultam numa carga maior de trabalho de eliminação. O ferro adicionado, por exemplo, aos achocolatados traz muitas vezes como efeito colateral intestino preso e raramente consegue melhorar quadros de anemia. 

 

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A agricultura intensiva, o uso de adubos químicos e as técnicas de conservação da indústria alimentícia são a causa de alimentos desvitalizados e com pouco valor nutritivo. As enzimas são destruídas pelo cozimento: a comida pobre em alimentos crus priva o corpo das enzimas que ele precisa para digerir bem e despoluir constantemente as células. 

 Nosso corpo é perfeitamente capaz de produzir as proteínas na medida necessária, sempre que lhe sejam fornecidos os materiais básicos, os aminoácidos, os quais são encontrados em forma facilmente metabolizável em vegetais e grãos, especialmente na etapa de germinação. Os aminoácidos são 20, sendo 10 deles sintetizados diretamente no nosso organismo e 10, os chamados essenciais, precisamos obtê-los através dos alimentos. Durante a germinação ocorre a transformação de aminoácidos não essenciais em aminoácidos essenciais. Logo o triptofano e a metionina também estariam garantidos. Podemos encontrar todos os aminoácidos essenciais nas plantas e sementes, desde que saibamos como usá-las. A nutrição de uma pessoa esta garantida, pelo menos na parte proteica, com a associação de cereais e leguminosas no mesmo prato (cereais crescem em espigas: milho, arroz, trigo, centeio, cevada e leguminosas crescem em bagas: amendoim, grão-de-bico, ervilha, feijões, soja ). Isto porque os cereais contêm os aminoácidos essenciais que as leguminosas não têm e vice-versa. Quando o corpo recebe os aminoácidos essenciais diretamente, como no caso de vegetais e brotos, fica dispensado do trabalho de decompor as proteínas complexas em aminoácidos.  Uma semente germinada passa por modificações profundas: aumenta o seu teor de vitaminas, proteínas, enzimas, carboidratos e oligoelementos (elementos químicos como zinco, cobre, cobalto, flúor, iodo, manganês...) que aparecem em nosso organismo em pequena concentração. A germinação potencializa essas substâncias, e o poder nutritivo da semente se multiplica, aumentando em até 20 mil vezes, e tornando disponível toda a energia armazenada nelas.

Segundo Albrecht Von Herzeele, autor de um livro revolucionário publicado em 1873, intitulado ”A origem das substâncias inorgânicas”, as plantas longe de apenas absorverem substâncias da terra e do ar, estão continuamente dando origem à matéria. Ao longo de sua vida, Von Herzeele efetuou centenas de análises para verificar por que, em sementes germinadas em água destilada, aumentava inexplicavelmente o teor original de potássio, fósforo, magnésio, cálcio e enxofre. Embora a lei da conservação da matéria rezasse que o teor mineral de plantas crescidas em água destilada era sempre igual ao das sementes de que brotavam, as suas análises provaram que ocorria um aumento não só nas cinzas minerais, mas também em todos os componentes das plantas, como o nitrogênio que queimava durante a incineração das sementes. Ele descobriu que as plantas  transmutavam à moda alquímica, fósforo em enxofre, cálcio em fósforo, magnésio em cálcio, ácido carbônico em magnésio e nitrogênio em potássio.

As sementes germinadas são, portanto, complementos essenciais no processo de cura. O conteúdo de vitaminas das sementes cresce tremendamente quando são germinadas. Dependendo da semente o conteúdo ideal de vitaminas ocorre 50 a 96 horas após o primeiro contato com a água. Sementes em germinação são excelentes fontes de vitaminas C e B e boa fonte de vitaminas A e E. 

A germinação produz uma verdadeira usina de atividade mineral. O conteúdo de cálcio aumenta de 45 para 72 mg, o de fósforo de 423 para 1.050 mg, e o de magnésio de 133 para 343 mg. A germinação dá origem às enzimas diastáticas, ativas, que estavam presentes em estado potencial (zimógenos). Depois de germinados, os grãos deixam de ser alimentos concentrados e de difícil digestão, tornando-se  pré-digeridos, leves e  podem ser facilmente absorvido pelo corpo. Como exemplo,  temos o amendoim e a soja. A atividade protetora da oxidação aumenta nas sementes germinadas e brotos. Isto inclui traços de betacaroteno (provitamina A) e de vitaminas do complexo C e E. Nas sementes de trigo foi detectado aumento de 600% do conteúdo de complexo C nos primeiros dias de germinação. Sendo assim, pode-se encontrar 70 a 75 mg deste complexo a cada 100 g de cereais germinados. Surgem minerais como cálcio e potássio em forma disponível para a absorção, garantindo as sementes germinadas como um alimento alcalinizante. O câncer de pele não é provocado pela luz solar, se nossos corpos fossem de ph alcalino isso não aconteceria.

As sementes que estão se tornando brotos incluem: zinco, boro, magnésio e molibdênio, chamados de micronutrientes, cuja presença é limitada até em dietas bem estruturadas. A vitamina E aumenta em 300% em quatro dias. As vitaminas do complexo B aumentam em 20 a 600% no mesmo período, dependendo da semente. Quando ingerimos sementes germinadas nosso corpo se revitaliza tornando-se alcalino. As sementes germinadas nos acordam para o mundo real. Cria vida dentro de nós!

4- Como germinar     

1-Selecionar as sementes que serão usadas. Descartar as quebradas e murchas, lavar bem. Colocar de 1 a 3 colheres de sopa de grãos em um vidro de boca larga e acrescentar água pura (sem cloro) até cobrir todas as sementes.

2-Deixar de molho durante a noite por pelo menos 8 horas (tempo mínimo de molho[ver relação abaixo]). 

3-Colocar um filó (voal branco) na boca do vidro e prender firme com um elástico. Despejamos a água e enxaguamos bem sob a torneira. 

4-Colocar o vidro de forma que fique inclinado com a boca para baixo, em local fresco e sombreado. Podendo cobrir o vidro com um pano preto para ajudar na germinação.

5- Enxaguamos duas vezes ao dia: de manhã cedo e à noite. As sementes estão com sua potência máxima assim que apontam os brotinhos, momento em que estão prontas para serem consumidas. Os brotos devem ficar no máximo do mesmo tamanho da semente. Não devem ser usadas após esta fase, pois começa a ser liberada outra qualidade de energia.

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Tempo de molho - 5 a 10 horas     

Alpiste                              

**Girassol                          12 horas de molho

Lentilhas (pequena), trigo, ervilha, FeijõesGrão de bico, Soja, CevadaCenteio, Arroz.
 

Tempo de molho - 8 horas

 **Amendoim                      8 horas de molho

Alfafa                                 4 a 6 horas de molho

Painço,  Gergelim branco/preto (se passar desse tempo, amarga), Cevadinha, Linhaça negra/dourada, Aveia,  Agrião (5 a 6 horas de molho), Feno-grego, Colsa, Mostarda, Rúcula (5 a 10 horas de molho), Painço, **Quinua (3 horas de molho).

**Exceção: o girassol sem casca só precisa de 4 h  de molho para germinar e não precisa ficar no ar. A quinua só precisa de 3h de molho e também não precisa ficar no ar. Não deixar o amendoim mais do que 8 horas de molho.

O centeio e a cevada apesar de serem  semelhantes ao trigo adquirem um grau de maciez inferior a ele.

5- Retirada das cascas 

As cascas de algumas leguminosas  (feijão moyashi e azuki, soja,trigo, amendoim, grão de bico,ervilhas e lentilhas) devem ser retiradas. No caso do girassol e do  amendoim  devem ser retiradas uma por uma. As cascas contém um grande número de fitatos, substâncias ácidas que protegem a semente de agressores externos, quando depositadas sobre a terra, na germinação agrícola. Além disso, elas são 100% celulose, que, se ingerida em excesso, pode causar indisposição digestiva e gases. Não dispomos ainda de enzimas e bactérias que possam digerir esta celulose. Estes fatos justificam o método de descasque. Deve-se retirar a casca logo após terminado  o tempo de molho. Os polos germinativos (narizinhos) já devem estar se insinuando. Para não perde-los, devemos debulhar as sementes, pois horas mais tarde os polos serão maiores e quebrarão com a retirada das cascas. Despejamos então as sementes em uma bacia com água limpa e abundante e  prensamos as sementes entre os dedos e a palma da mão e friccionamos de forma macia, porém enérgica. Deixamos as sementes caírem novamente na água e vamos repetindo este movimento até que observamos que grande parte das cascas foi debulhada e flutua. Retiramos cuidadosamente as cascas vertendo a água na pia e retendo-as com o auxílio de uma peneira. As cascas entopem facilmente as tubulações. Repetimos a operação até nos darmos por satisfeitos. Como não houve a ruptura excessiva de polos germinativos, a germinação seguirá de forma convencional. 

Os grãos germinados que não forem usados devem ser guardados na geladeira (por três dias no máximo), lavados e escorridos diariamente. 

*A lentilha rosa não necessita de descasque, mas deve ser bem lavada porque solta um gosto forte de sabão.     
6- Cuidado com o uso de grãos

Sementes velhas frequentemente estão parasitadas por insetos. Os carunchos e gorgulhos (ordem Coleóptera) e traças (ordem lepidóptera) são pequenos besouros e pequenas mariposas que cumprem seu ciclo biológico completo dentro das sacas de grãos. Isto quer dizer que,mesmo que retiremos das sementes os insetos adultos, visíveis a olho nu, lá estarão presentes ovos e larvas nas pequenas cavernas que laboriosamente cavam durante a estocagem demorada. As cavitações provocadas por insetos dão lugar a um segundo grupo de parasitas: os fungos. Esses microrganismos, também laboriosos, formam colônias rapidamente e não haveria problemas se o seu produto de excreção (cocô do fungo) não fosse tóxico para nós. As chamadas micotoxinas causam distúrbios gastrintestinais, neurológicos, renais e são causadoras de câncer. Bem conhecida é a afloxina do fungo Aspergillus do amendoim parasitado, capaz de causar câncer de fígado. Algumas micotoxinas são antibióticos, substâncias que devemos evitar nas fontes alimentares. Justamente as sementes orgânicas, que são as que mais desejamos por não receberem qualquer tratamento químico, podem albergar estes parasitas se estocadas por longo tempo ou de forma inapropriada. A presença de parasitas e colônia de fungos pode e deve ser detectada pelos usuários e compradores de sementes. Por meio de simples inspeção podem-se notar grãos “cariados”, com manchas, com o branco amarronzado, com mau cheiro e pela visão direta dos parasitos. Basta uma dúzia de sementes assim para que possamos rejeitar o lote. Quando comprar sementes já embaladas, confiram a data de processamento. A infestação parasitária cresce de forma diretamente proporcional ao tempo de armazenamento. A segurança de nossa alimentação depende de nossa capacidade de saber escolher e comprar produtos com alta capacidade biológica.

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Alertas sobre germinação de sementes

Conceição Trucom *

Em princípio, TODAS as sementes que estão cruas e com suas cascas (ou peles) preservadas, podem germinar. Mesmo assim, a semente pode não germinar caso:

  • Estejam velhas porque foram mal embaladas, armazenadas ou validade vencida. Neste caso antes de germinar entram em decomposição;
  • São sementes que sofreram irradiação (para aumentar o tempo e segurança de estocagem), portanto estão mortas;
  • Foram deixadas por tempo demais dentro da água, neste caso irão fermentar;
  • Ficaram pouco tempo dentro da água (menos que 4 horas).

Estando bem conservadas e cruas, vivas, todas as sementes germinam, porém nem todas apresentam raiz primária (narizinho) como é o normal. As castanhas e o arroz (todos), por exemplo, não apresentam esta característica.

Uma regra básica que funciona para quase todas as sementes é:

  • Todas as sementes com casca no seu estado natural germinam.
  • Sementes que não estão com sua casca ou pele poderão germinar parcialmente, dependendo da agressão do processo usado. Aveia em grão sem casca (nacional) germina somente 30 a 50% por exemplo.
  • As sementes que perderam sua pele por um processo mecânico como as nozes e o arroz, não irão germinar.
  • Sementes que passaram por algum processo de aquecimento não irão germinar, somente acordar, como é o caso das castanhas de caju e do Pará.
Exemplos de sementes que geram broto:

Trigo, Alpiste, Painço, Lentilhas, Grão de bico, Amendoim, Milho, Milho de pipoca e Girassol com casca. 

Exemplos de sementes que geram narizinho, mas que não se deve esperar aparecer para consumir germinada pois ficam com gosto ruim: Linhaça, Alpiste e Painço.

Exemplos de sementes que não geram narizinho: Castanha-do-pará crua, Nozes, Amêndoa e Cevadinha sem casca. 

Qual semente mesmo germinada não se deve consumir?

Feijão: ainda fica um residual de alcalóides que o tornam tóxico. É possível o consumo, mas não é recomendado fazer uso diário. Feijões mais recomendados para germinar e consumir ocasionalmente: azuki e moyashi.

Arroz integral sem casca (o polido e parbolizado não germinam): muito duro para ser consumido cru, porém pode-se fazer o leite.

Milho seco: muito duro para ser consumido cru, porém pode-se plantar e obter grama para o preparo de suco verde. Nota: Milho verde não precisa germinar. Muito saboroso para consumir cru, mas tem que estar bem tenro, quase branquinho.

Milho de pipoca: muito duro para ser consumido cru, use para fazer leite ou plantar gramas.

 http://www.docelimao.com.br/site/agenda/1234-alertas-sobre-germinacao-de-sementes

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7 - Como cultivar brotos   

Se deixarmos a germinação seguir, mantendo frescas nossas sementes, lavando todo dia pela manhã e à noite, durante 4 a 5 dias, obteremos os “Brotos de Ar”. As sementes estarão prontas para serem consumidas quando as folhinhas tiverem clorofilado. Se quisermos obter os chamados “ Brotos de Terra”, basta seguirmos os passos abaixo. Pela progressão da terra, alguns nutrientes encontrados nas sementes são consumidos, os brotos de terra, perdem algo do valor nutricional, mas continuam amplamente energético, oferecendo ampla gama de enzimas e clorofila.

1- Colocamos os grãos de molho e deixamos germinar.

2-Enchemos uma bandeja com terra vegetal.

3-Espalhamos os grãos germinados numa única camada e umedecemos bem.

4-Cobrimos com plástico escuro ou com outra bandeja durante três ou quatro dias. Umedecemos a terra diariamente 2x ao dia.

5-Descobrimos os brotos e expomos à luz do dia, regando delicadamente para que a terra permaneça úmida. Devem receber luz solar direta por algumas horas . No resto do dia basta que recebam  luz solar indireta.

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Os brotos verdes são cortados quando maduros.  Isto leva em média 3 a 8 dias dependendo da espécie. Devemos apará-los na base. Comemos os brotos em salada ou centrifugados com o suco verde. A semente do agrião fica de molho mas não precisa germinar para ser plantada. Vejam na tabela da página seguinte, quais as melhores sementes para se obter broto de terra e/ou broto de ar. 

Outra técnica é usar bandejas plásticas com tampa e furinhos minúsculos na parte de baixo.

Colocamos as sementes em água pelo tempo da tabela anterior. Depois disso, escorremos e lavamos bem, por três vezes. Deixamos escorrer ao máximo toda a água e fechamos a bandeja, guardando a mesma em local seco, fresco e arejado. Oito horas depois, lavamos as sementes mais uma vez, escorremos bem a água, voltamos a tampar. Vamos repetindo todo o processo até que os brotos estejam no tamanho adequado para serem cortados e consumidos.

Caso não encontre este tipo de bandeja, pode usar peneiras e cobrir as mesmas com uma tampa ou pano de prato. O efeito é o mesmo.
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8- Capim do trigo    

O trigo verde contém 92 dos 116 minerais encontrados no solo, 17 aminoácidos, entre eles 8 essenciais. 

Em 1930 o americano Hans Fisher e seu grupo ganharam o Prêmio Nobel de Química, por seus trabalhos sobre os glóbulos vermelhos do sangue. Um dos resultados da sua pesquisa demonstrou que a estrutura molecular da hemoglobina é praticamente idêntica a da clorofila. As duas partilham de uma mesma estrutura denominada anel porfírico.

Em 1936, os cientistas Hughs e Latner, verificaram que a taxa de hemoglobina sanguínea aumentava em 50% após duas semanas de ingestão do suco vegetal do trigo. 

O verde da clorofila limpa e regenera o sangue. O importante é associar clorofila com hemoglobina, as duas polaridades: verde e vermelho.


Como cultivar o capim do trigo 

Colocar de molho em um vidro de boca larga, em torno de 7 colheres de sopa de trigo em grão. Deixar de molho da noite para o dia. Escorrer a água. Colocar um filó na boca do vidro preso por elástico. Inclina-lo para que a água fique escorrendo. À noite torne a enxaguar e escorrer. No dia seguinte já deverá estar apontando os primeiros brotos. Em uma bandeja de plástico, coloque terra vegetal ou adubo orgânico e espalhe o broto do trigo (nesse caso não é necessário descascar), cubra com uma camada fina de terra e regue delicadamente. Cubra com um plástico preto e deixe uns 3 dias. Descobrir e regar o capim (com borrifador). Quando ele atingir uns 10 cm está pronto para ser consumido. Regar diariamente 2x ao dia.
                            
Extração da clorofila do trigo
Para poder aproveitar as suas qualidades , é preciso extrair o suco da planta com um aparelho tipo moinho de grãos, um socador ou uma centrífuga. Quando se utiliza um liquidificador perde-se muito do seu poder energético e nutritivo. O suco é ativo (vivo) durante somente meia hora, após este tempo o suco oxida, mudando sua cor e sabor e tornando-se tóxico. 

Dosagem  

A quantidade máxima a tomar de uma vez é de 20 ml, que é o limite metabolizável. Isto corresponde a 650 gramas de hortaliças variadas (Schnabel). No caso de pessoas muito sensíveis, é necessário começar com doses muito pequenas, quer dizer com colheradas. Nos bebês e animais pequenos, pode-se administrar com conta-gotas. Pode ser tomado todos os dias, ou também em épocas. Algumas pessoas mais sensíveis, não conseguem dormir, se o tomarem à noite. O uso frequente mantém o organismo livre de parasitas.

Desta parte em diante, estaremos apresentando várias receitas para serem feitas com sementes e / ou brotos germinados.

9-  Receitas 

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 *Suco verde      

O que é excelente no suco verde não é a clorofila, mas as vitaminas e minerais dos brotos utilizados nele. É um alimento vivo altamente nutritivo: fonte de aminoácidos essenciais, vitaminas,contém a maioria dos minerais que necessitamos e é rico em enzimas. É o mais nutritivo e purificante suco que existe. A digestão e assimilação no nosso organismo são imediatas.

Ingredientes:

1 Legume (inhame,cenoura,pepino ou abobrinha)

2 Maçãs ( por pessoa)

1 mão de grãos  germinados ou brotos (se usar o girassol, pode bate-lo com casca e tudo)

Folhas verdes comestíveis. A base do suco verde é a couve e o almeirão. Não usar taioba nem espinafre. Agrião usar pouco pois amarga. Sugestão de outras folhas verdes para se fazer o suco junto com a couve e o almeirão: morango (folha), abóbora (folha), azedinha, alfavaca, amora (folha), assa-peixe, batata-doce (folha), beldroega, cerefólio, caruru, capim limão, cana (folha), cenoura (folha), dente-de-leão, erva-cidreira, funcho, couve-flor (folhas), cavalinha, hortelã, hortelã-pimenta, morango (folha),ora-pro-nobis, picão, pitanga (folha), quebra-pedra, rabanete, rami, saião, salsa,trevo,capim do trigo.

Modo de fazer:

Não colocar água. Colocar as folhas verdes no liquidificador.Triturar para extrair a clorofila. Espremer em  um pano (voal de nylon). Voltar com esse sumo para o liquidificador, acrescentar as maçãs, o legume ( se for cenoura, abobrinha ou  pepino - aproveita-lo e  usá-lo como socador)  e uma mão de broto germinado para cada copo de suco. Bater bem e voltar a coar no pano. Beber logo em seguida ( não deve ser guardado).

Pasta de Grão-de-Bico germinado

Ingredientes:                       

3 colheres (sopa) de grão de bico germinado

Sal à gosto

Salsinha picada

Suco de  um limão

1 dente de alho

1 colher (chá) de óleo de gergelim ou tahine (manteiga de gergelim)-opcional

Cebola picada-opcional

Modo de fazer:

Bata todos os ingredientes no liquidificador ,acrescentando um pouquinho de água ( aos poucos) até dar consistência de purê. Sirva com torradas  ou biscoitos salgados.

Pode misturar gergelim germinado se preferir.

*Leite de Castanha-do-Pará

Ingredientes:

Água e polpa de um coco verde

125 g de castanha-do-pará 

Baunilha em fava e canela

Modo de fazer:

Hidratar as castanhas por 3 horas em água-de-coco. Bater tudo no liquidificador e coar. Servir gelado.

Se preferir pode trocar a castanha-do-pará por gergelim germinado ou hidratado e fazer um delicioso Leite de Gergelim

*Trouxinhas de alface com amendoim e gergelim

Ingredientes:

Folhas de alface

Amendoim germinado 

Gergelim germinado

Azeite

Sal

Suco de limão

Modo de fazer:

Bater no processador o amendoim germinado ,o gergelim germinado,suco de limão e um pouquinho de azeite. Temperar com sal. Rechear as folhas de alface com essa pasta. Pode servir também como acompanhamento para torradas ou no almoço em substituição ao arroz cozido.

*Salada colorida com lentilha germinada

Ingredientes:

Lentilha germinada

Salsa

Tomate cortado em cubos

Limão

Azeite

Abobrinha picada em cubos

Cenoura ralada

Pimentão vermelho 

Passas

Sal à gosto

Modo de fazer:

Misturar todos os ingredientes e servir .

*Mousse de Banana,mamão e Linhaça

Ingredientes:

2 colheres (sopa) de linhaça germinada

Limão

Banana e mamão amassado

Modo de fazer:

Amassar as frutas, juntar a linhaça germinada. Temperar com gotas de limão. Se preferir, adicione pitadas de  canela  e adoce com mel. 

Sem ocupar grande espaço, um pequeno jardim interno, com grãos germinados e brotos, oferece todos os aminoácidos, açucares, gorduras, vitaminas, oligoelementos, enzimas e outras substâncias vivas que o nosso corpo precisa. É um capital excepcional em saúde. Este pequeno jardim permite equilibrar a alimentação e ajuda a economizar: a alimentação biogênica é 10X mais barata que a alimentação à base de carne e alimentos industrializados. Também evitamos o desperdício de recursos do nosso planeta. 

Utilizando sob a forma de grãos germinados e de brotos aqueles cereais que são dados ao gado, poderíamos suprir várias vezes as necessidades alimentares de todos os habitantes do Planeta Terra!

Bibliografia

 Lugar de Médico é na cozinha- Dr. Alberto Peribanez Gonsalez

-Anotações de palestras de Ana Branco-/BIOCHIP-Depto de Artes e Design- PUC/RJ

-Você sabe se alimentar? - Dr. Soleil

-Anotações de aulas na Oficina Germinar-Jane Susie-BH

-Textos da apostila sobre alimentação - Dr. Frederico Pretti

-A vida Secreta das Plantas - Peter T. e Christopher Bird

-O Eterno Plantio-Dr. José Maria Campos

-Fragmentos do texto : “Alimentação para a vida” - Marina Helenyi Francini

Agradeço a toda a equipe  do Núcleo de B.H do PROJETO PORTAL e em especial a  Rosali  pelo apoio recebido para a realização desse Projeto.                                

Informações compiladas por Symone Christina Silva     

PROJETO PORTAL- Núcleo B.H - (31) 3226-86-32

*Reprodução permitida, desde que mantida a integridade das informações e citada a autora e a fonte

http://www.apenasbusquemconhecimento.com.br/index.php/menteecorpo2/saudeealimentacao/143-sementes-germinadas-como-fazer-e-importancia-para-a-vida-saudavel.html

Suco de luz do sol:

suco luz do sol

Ingredientes:

1 pepino pequeno.

1 maçã.

1 cenoura média

2 colheres (sopa) de girassol germinado

1 folhas de couve sem os talos

1/2 xícara de hortelã (Opcional).

1/2 metro de voal (tecido para coar)

Em um liquidificador coloque o pepino picado.

Com auxílio de uma cenoura inteira, empurre o pepino de encontro à lâmina do liquidificador.

Coloque a folha de couve, a hortelã, a maçã, as sementes germinadas e continue batendo.

Pique a cenoura e acrescente ao suco. Se o liquidificador estiver com dificuldade de bater, acrescente 1/2 xícara de água filtrada.

SE DESEJAR ENRIQUECER O SUCO, SUBSTITUA A ÁGUA COMUM POR ÁGUA DE COCO FRESCA.

Coloque o voal (tecido) em uma bacia e acrescente todo o conteúdo do liquidificador.

Segure as pontas do voal, torça fazendo uma bola e esprema para separar o suco do bagaço.

Não é indicado guardar o suco. Tome imediatamente.

RECEITAS SEM GLUTEN

Resolvi fazer uma postagem sobre o CMC porque ele é um ingrediente chave na minha cozinha sem glúten.
Quando comecei a pesquisar receitas sem glúten, sempre via a referência da goma xantana e não fazia a mínima ideia de como encontrá-la.
O glúten é uma proteína presente no trigo (mas não somente no trigo) e que dá maciez e elasticidade as massas tradicionais.
Como as nossas farinhas não tem glúten, os produtos tendem a esfarelar, secar e serem mais densos do que os seus correspondentes com glúten originando produtos massudos e pesados porque a massa não dá liga.
Para tentar minimizar o problema, precisamos de um agente aglutinante e espessante.
É aí que entra o CMC, um produto que desempenha este papel, sendo relativamente fácil de ser achado.
Desta forma os produtos feitos em casa tem um aspecto mais comercial e bem cuidado, equivalendo as suas versões "normais" mais leves e macios.
Eu usava muito o CMC na época de boleira para fazer aquelas lindas coberturas de bolos de casamento. Ele adicionava uma elasticidade tão grande à cobertura que podíamos elaborar verdadeiras esculturas.
Foi então que acendeu aquela luzinha: - E se utilizasse o CMC no lugar da goma?
Deu certo!!
CMC  é  abreviatura de carboximetilcelulose um polímero hidrossolúvel derivado de celulose para uso alimentar. O produto é apresentado na forma de pó e tem coloração ligeiramente amarelada.
O CMC tem como propriedade principal uma grande capacidade de absorção de água.
O produto funciona primordialmente como espessante neutro, porém é também emulsificante, agente de suspensão homogeneizante e aglutinante. É utilizado em vários alimentos pela indústria alimentícia como bolos, sorvetes, cremes, glacês.
É levemente laxante e saciador do apetite. Por isso, é algumas vezes usado em quantidades maiores em dietas de emagrecimento. Foi interessante ler sobre isso após algumas pesquisas, pois notei ao iniciar uma dieta sem glúten que duas fatias de pão pequenas já são suficientes para saciar a minha fome. Antes da dieta eu precisava de um pão francês inteiro.
Em grandes cidades como o Rio e São Paulo, é possível achar o CMC a granel, rende mais e é bem mais barato, em lojas de produtos naturais. É assim que compro e estoco.
Em cidades menores é possível achar o CMC comercializado pela arcolor http://www.arcolor.com.br/ em lojas que vendam material para boleiras e produção de doces.
Caso não saiba onde encontrar em sua cidade, entre em contato com a empresa pelo 0800-7090788 ou mande um e-mail para vendas3@arcolor.com.br  . A Luciane, uma amiga do blog, foi informada em onde exatamente poderia achá-lo próximo de seu domicílio, através do e-mail.
Eu utilizo o CMC em todas as receitas de pães e em muitas das receitas de bolos e biscoitos.
Então se vocês quiserem reproduzi-las em suas casas, vão precisar deste ingrediente e é melhor providenciá-lo logo.
Desde que postei esta mensagem descobri onde comprar a goma xantana online. Para quem tem problemas de achar o CMC mesmo com todas as dicas, a opção que sobra é comprar a goma xantana, também em lojas de produtos naturais ou que vendam produtos para panificação.
Não tem jeito, ou usa um, ou usa outro, nas mesmas quantidades.

Esse é aquele pão de forma branquinho e macio para todas as horas e qualquer acompanhamento.
Gosto de comer pão sem glúten levemente aquecido no microondas ou levemente torrado no grill para formar uma crosta fininha e dourada.
A receita original da Bette Hagman leva leite em pó, mais água, Ener-G, gordura hidrogenada.
Adaptei do meu jeito e o resultado está aqui.
Prefiro fazer em forma de pão pequena, mas você também pode fazer em forma grande.

Pão de Forma Sem Glúten e Sem Leite (sem caseína):
- 3 xícaras da mistura de farinha sem glúten (2xíc. de farinha ou creme de arroz, 2/3 de xíc. de fécula de batata, 1/3 de xíc. de polvilho doce). Essa é a farinha sem gluten, ou seja, a mistura desses três elementos.
- 2 e 1/2 colheres das de chá de CMC ou goma xantana.

- 1 colher das de chá de gelatina em pó sem sabor
- 2 colheres das de sopa de açúcar granulado + 2 colheres das de chá para levedar o fermento
OBS: Se você faz restrição de açúcar, utilize somente 2 colheres das de chá de FOS para levedar o fermento. FOS é um prebiótico e se encontra em algumas farmácias ou lojas de suplementos alimentares.
- 1 colher das de chá de sal
- 1 e 1/4 de xícara de água mineral morna + 1/2 xícara para levedar o fermento
- 1 colher das de sopa de fermento biológico seco
- 1/4 de xícara de óleo vegetal
- 1 colher das de chá de vinagre de maçã
- 1 ovo + 2 claras
- 1/2 colher das de sopa de essência de manteiga (opcional).
OBS: Não tem nada haver com leite ou derivado, é apenas um aromatizante.
pao sem gluten
Modo de fazer:
1º Unte com creme vegetal (não é margarina) duas formas para pão pequenas ou uma grande e enfarinhe com farinha de arroz.
2º Em uma vasilha média, coloque a farinha, o CMC, a gelatina, o sal, o açúcar se for usar e misture com um batedor de ovos.
3º Em uma vasilha pequena, misture a 1/2 xícara de água morna com as duas colheres das de chá de açúcar ou FOS e o fermento. Deixe levedar, levantar uma espuma.
4º Misture o óleo com a xícara de água morna, o vinagre e a essência se fo usar. Coloque-a sobre a mistura de farinha e bata com a batedeira em velocidade baixa para misturar.
5º Adicione os ovos, bata novamente em velocidade baixa só para misturar. Adicione a água de fermento. Continue batendo em velocidade baixa para misturar e em seguida aumente para velocidade máxima. Bata por 3 minutos.
A massa fica um pouco mais mole que a de panetone caindo com mais facilidade da colher, mas ainda caindo de uma vez só.

Distribua a massa nas formas e coloque-as em local abafado (dento do microondas por ex.) para que a massa cresça, cerca de meia hora ou até que alcance 1 cm da borda da forma. Nos últimos 15 minutos, pré-aqueça o forno a 205º C.

Coloque as formas de pão dentro de uma assadeira e leve-os ao forno com a grade posicionada no centro. Coloque uma assadeira com água quente na grade inferior. Isto supostamente daria mais umidade a massa. Não notei esta diferença no pão, mas ajuda a controlar a temperatura do forno. Esta assadeira com água quente é opcional, faço sem ela e os pães ficam ótimos.

Asse os pães pequenos por 40 minutos ou o grande por 50 minutos. Cubra-os com papel alumínio após 15 minutos de forno para não corar demais. Após retirá-los das formas, coloque-os para esfriar sobre uma grade.

Deixe-o bem acondicionado e esquente-o antes de consumir. Congele-o se não for consumi-lo totalmente em 3 dias.
Para congelar:

Depois de totalmente frio, envolva-o em filme plástico bem vedado e congele. Para descongelar é só deixar em temperatura ambiente esquentá-lo em grill, torradeira, forninho ou microondas. Também pode ser congelado em porções individuais, retirando-as do freezer conforme o uso.

Pão sem Glúten2

ingredientes

  • 2 colheres (sopa) de fermento biológico para pão
  • 1 colher de açúcar
  • 2 copos de água levemente aquecida
  • 10 colheres (sopa) de farinha de arroz
  • 3 colheres (sopa) de polvilho doce
  • 3 colheres (sopa) de amido de milho
  • 3 colheres (sopa) de farinha de soja
  • 3 ovos inteiros
  • 2 colheres de óleo
  • 1/2 colher (sopa) de sal

Modo de preparo

Coloque no liquidificador o fermento biológico, o açúcar e a água levemente aquecida. Ligue o liquidificador e acrescente a farinha de arroz, o polvilho doce, o amido de milho, a farinha de soja, os ovos, o óleo e o sal. Desligue, tampe e deixe crescer até atingir a tampa do liquidificador. Demora, mais ou menos, 15 minutos.

Unte duas formas para pão com óleo e polvilhe com farinha de arroz. Coloque a massa nas duas formas e ponha no forno frio. Asse por 30 minutos.

Dica: a água pode ser substituída por leite. O leite pode ser de coco, de arroz, ou de outro tipo qualquer, que ensinaremos em breve. A farinha de arroz e o polvilho doce são a base do pão, nunca podem faltar. As outras farinhas podem ser substituídas por fécula de batata, farinha de milho, farinha de arroz integral ou outras farinhas sem glúten.

Bolo sem Glúten:

ingredientes

  • 6 ovos inteiros
  • 6 colheres (sopa) de achocolatado ou 4 colheres de sopa de cacau em pó.
  • 2 colheres (sopa) de margarina
  • 8 colheres (sopa) de açúcar
  • 1 colher (sopa) fermento em pó
  • 100g de coco ralado

Cobertura

  • 1 lata de creme de leite
  • 4 colheres de achocolatado

Modo de preparo:

1º Bata tudo no liquidificador. Coloque depois de batido os 100g de coco.

2º Unte a fôrma com margarina e trigo. Coloque no forno por mais ou menos 25 minutos a 180 graus.

Cobertura

Coloque em uma panela o creme de leite e o achocolatado. Ir mexendo até levantar fervura. Retire e coloque em cima do bolo quente.

Bolo de Arroz sem Glúten

ingredientes

  • 2 copos de arroz cru
  • 2 copos de água fria
  • 1 ovo
  • 1 xícara de chá de óleo
  • 2 xícaras de açúcar
  • 1 copo de leite
  • 1 colher de fermento em pó
  • coco ralado

Modo de preparo:

1º - Deixe o arroz de molho de um dia para outro. Escorra.

2º - Bata no liquidificador o ovo, óleo, o açúcar e o leite, e vá colocando o arroz escorrido aos poucos, batendo bem.

3º - Junte o fermento e asse em forno moderado por uns 30 minutos. Depois de assado e ainda quente, cubra com o leite condensado e polvilhe o coco ralado.

Biscoito de Queijo

Delicioso biscoito da culinária goiana.

ingredientes

  • 1 copo americano de leite
  • 1 copo americano de óleo
  • 2 ovos
  • 1 e meio copo americano de queijo
  • sal
  • polvilho até o ponto

Modo de preparo:

Coloque em uma bacia grande o leite, o óleo, os ovos e o sal. Acrescente o polvilho aos poucos, e misture com as mãos ate incorporar todos os líquidos. Com a massa ainda mole coloque o queijo, e termine de dar o ponto com o polvilho. Sove a massa bastante.

Obs.: O ponto ideal da massa é parecido com massinha de modelar nova.

Com a massa bem sovada, enrole em forma de palitos de mais ou menos 1 e meio cm. Leve para assar em forno quente, temperatura alta, ate dourar.

Pão de Batata sem glúten

Ingredientes:
2 tabletes de fermento biológico (30 g) 1 CS de açúcar 1 caixa de creme de arroz (200 g) 2 batatas grandes cozidas e espremidas (cerca de 400 g) 4 CS de margarina para culinária (80 g) 1/2 xíc de leite morno (110 ml) 3 ovos inteiros 2 cc de sal (12 g) 1 caixa de fécula de batata (200 g) 2 CS de maisena

Modo de preparo:
Misture o fermento, o açúcar e metade do creme de arroz (100 g). Deixe descansar por 5 minutos. À parte, bata em batedeira o purê de batatas, a margarina, o leite, os ovos e o sal, até misturar bem os ingredientes. Retire da batedeira, adicione a mistura de fermento reservada, o restante do creme de arroz, a fécula de batata e misture bem até formar uma massa homogênea. Unte uma fôrma de pão ou de bolo inglês grande com margarina e polvilhe o creme de arroz. Coloque a massa e deixe descansar em local protegido por 30 minutos. Pincele com a maisena diluída em meia xícara (chá) de água fria (110 ml) e leve para assar em forno pré-aquecido à temperatura média (180 graus), por cerca de 40 minutos.

Pão de mandioca sem glúten

Ingredientes:
1 caixa de creme de arroz (200 g) 1/2 xíc de fécula de batata 1/2 xíc de polvilho doce 1 tablete de fermento biológico (15 g) 1 CS de açúcar 1/2 xíc de leite morno 1/2 kg de mandioca cozida e espremida 3 CS de margarina culinária(60 g) 2 ovos 2 cc de sal 2 CS de maisena

Modo de preparo:
Misture em uma tigela o creme de arroz, a fécula de batata e o polvilho até que estejam bem ligados. Reserve. À parte, junte o fermento, o açúcar e o leite e deixe descansar por 10 minutos. Coloque em batedeira ou processador a mandioca espremida, a margarina, os ovos e o sal. Bata bem até ficar uma mistura cremosa e homogênea. Junte o fermento reservado e a mistura de creme de arroz, fécula e polvilho. Misture a massa com as mãos. Cubra e deixe crescer por cerca de 2 horas. Modele os pãezinhos e coloque-os em assadeira untada com margarina e polvilhada com creme de arroz. Deixe descansar por 30 minutos. Pincele com a maisena dissolvida em meia xícara (chá) de água (110 ml) e leve ao forno preaquecido à temperatura média (180 graus) até assar e dourar a superfície, por cerca de 45 minutos. Sirva a seguir. Dicas: Cubra cada pãozinho com sementes de gergelim antes de levar ao forno.

Pão de cenoura sem glúten

Ingredientes:
2 1/2 xíc de creme de arroz 1 xíc de maisena ou fécula de batata ou uma mistura das duas. 1 cenoura média 2 claras de ovo 1 1/2 cc de emustab derretido (emulsificante para sorvetes) 4 CS de óleo 1 cc de sal 1/2 CS de açúcar 1 cc de fermento biológico instantâneo 1 xíc de água

Modo de preparo:
Bata a cenoura com a água no liquidificador e reserve. Numa vasilha coloque as farinhas, as claras, o óleo, o emustab derretido, o sal o açúcar, o fermento e misture bem com as mãos.Numa panela esquente o “suco de cenoura” até ficar morno, despeje sobre a mistura e bata bem com uma colher de pau.Coloque numa forma bem untada, cubra com um pano de prato e deixe descansar por cerca de uma hora. Asse em forno médio pré-aquecido por 15-20 minutos.

Pão sem glúten salgado

Ingredientes:
20g de fermento biológico 1 xíc de leite morno 1 CS de açúcar 1 cc de sal 1/2 xíc de óleo 300g de mandioquinha cozida 2 ovos inteiros 400g de fécula de batata

Modo de preparo:
Bater tudo na batedeira, colocar em forma de bolo inglês untada com óleo e deixar crescer por 40 minutos mais ou menos. Levar para assar em forno médio (180º).

 

Coxinha de Frango sem Farinha de Trigo

ingredientes

  • 500g de frango cozido e desfiado.
  • 300g de mandioca cozida.
  • 50g de cebola ralada.
  • 2 dentes de alho ralados.
  • 2 fatias de pão de forma sem casca.
  • sal a gosto.
  • 1 pimenta dedo-de-moça.
  • cheiro verde a gosto.
  • pitada de colorau.
  • queijo cremoso opcional.
  • 1 gema e 1 ovo inteiro.
  • farinha de rosca para empanar.
  • óleo para fritar.
  • Frango:
  • cozinhar o frango com um tablete de caldo de frango, e desfiar;
  • depois de desfiado levar ao fogo, com um fio de azeite, a pitada de colorau, a cebola, o alho, o cheiro verde e a pitada de sal. (reservar)
  • Mandioca levar ao congelador as duas fatias de pão de forma até congelar, depois triturar no liquidificador. (reservar)
  • cozinhar a mandioca com um tablete de caldo de legumes, espremer, misturar a pimenta picadinha e corrigir o sal.
  • Coxinha no refratário unir a mandioca, o frango, o pão de forma e uma gema. Amassar bem até virar uma massa homogênea.
  • abrir a massa, colocar o queijo cremoso dentro e fechar no formato de coxinha.
  • empanar com 1 ovo batido e farinha de rosca.
  • fritar em óleo quente.
  • Obs: pode ser congelada, rende 25 coxinhas tipo coquetel

Pão integral

Ingredientes 500 g de farinha 100% integral e orgânica
350 ml de água natural (temperatura ambiente) misturada com 15 g de fermento (tablete)
10 g de sal do Himalaia

Modo de preparo:

Coloque tudo em uma vasilha e misture com as mãos, amassando até deixar uniforme. A massa tem que ficar bem úmida, quase molhada. Coloque então em uma vasilha fechada com tampa e deixe descansar por 3 horas em temperatura ambiente. Depois coloque na geladeira por mais 17 horas.

Depois dessas 20 horas, a massa terá crescido. Polvilhe-a com farinha e dê o formato do pão que você deseja.

Coloque em uma fôrma. Faça pequenos talhos diagonais na massa, com a ajuda de uma gilete, para que ela abra e cresça ainda mais no forno.

Quando for colocar o pão no forno, ele deve estar bem quente, na temperatura máxima. Deixe o pão assando por cerca de 40 minutos.

Uma sugestão é acrescentar à massa frutas secas, como o figo e a noz pecã.

Farinha de Amaranto:
É rica em proteínas, nos aminoácidos lisina e methionina, tem três vezes mais fibras e ferro do que a aveia; boa fonte de cálcio, potássio, fósforo, magnésio e vitaminas A, K, B6 e C e E o que a torna uma farinha bem nutritiva. Tem uma cor mais escura. Combina muito bem com bolos de chocolate, cookies e pães escuros. Aqui no Brasil podemos encontrar os grãos, os flocos e a farinha, comercializados pelas marcas: Mãe Terra, Jasmine e Vitalin e vendidos em boas lojas de produtos naturais. Também podemos comprar a granel em mercearias como a que tem online: Empório Sabor da Terra.

Farinha de Quinoa:
A quinoa é um grão que teve seu cultivo iniciado há mais de cinco mil anos nos Andes bolivianos, assim como o milho e a batata, era a base da alimentação no império Inca onde era considerado um "Grão Sagrado". Com a conquista espanhola, as plantações deste cereal deram lugar ao trigo e a cevada trazidos da Europa pelos conquistadores da nova terra.
Quinoa é o único cereal composto por todos os 16 aminoácidos necessários a uma vida saudável e seus componentes equivalem aos do leite materno. Possui principalmente as vitaminas A, B6 e B1 e, em menores quantidades, as vitaminas E e C. É rica em minerais, como ferro, fósforo e cálcio. Não tem nenhuma contra-indicação, rico em proteínas.
Combina com todos os tipos de assados incluindo bolos, cookies, pães, biscoitos. Tem um sabor bastante acentuado e por isso deve ser usado no máximo 1/4 de xícara da farinha em receitas.

Farinha de Amêndoas:
É obtida através da moagem de amêndoas (ou ainda de amendoins, nozes, pistaches, castanhas de cajú e do Pará). Esse tipo de farinha é um alimento muito completo em nutrientes, pois são ricos em proteínas, vitaminas, lipídios, carboidratos e sais minerais e não é metabolizado como um amido e sim como um vegetal, sendo por isso indicada em dietas isentas de farinhas ou grãos, como o caso da Dieta de Carboidratos específicos. Apesar do alto valor calórico, pois tem gordura insaturada, seus óleos são bons para o organismo, pois servem de veículo de transporte para a vitamina E, que é lipossolúvel (solúvel em gordura). Estas farinhas podem ser utilizadas no preparo de doces, bolos e pães, agregam sabor e maciez ao preparo. Pode substituir o leite em pó nas receitas de pães. É uma farinha cara, podendo ser substituída pela farinha de castanha de cajú, bem mais barata em nosso país. O inconveniente desta substituição é que a farinha de castanha de cajú é mais escura e altera a cor do produto finalizado.

Farinha de Araruta: 
Esta farinha é obtida de uma  espécie do gênero Maranta, é do rizoma desta planta que é extraída a fécula bastante parecida com a mandioca. Considerada como um alimento de fácil digestão, a fécula da araruta é usada no preparo de mingaus, bolos e biscoitos. Por esta característica, é indicada para idosos, crianças pequenas e pessoas com debilidade física ou doentes em recuperação.
Mas atenção, a fécula de araruta vendida nas grandes mercearias a granel geralmente são falsificadas, fécula de mandioca vendida como araruta. Isto é um problema para alérgicos como o meu filho.
Para ter certeza que a fécula é puramente de araruta é só fazer o seguinte teste: A fécula da araruta pura misturada com água quente proporciona uma pasta transparente, caso seja falsificado, a pasta fica gosmenta. É uma farinha com sabor neutro. Pode ser usada no lugar da farinha de tapioca e amido de milho.A verdadeira fécula de araruta pode ser encomendada neste link.

Farinha de Arroz Branco:
A farinha de arroz é conhecida por sua fácil e rápida digestão no organismo, muito superior à do amido de milho, o que torna a farinha de arroz especialmente indicada para alimentos infantis, idosos e pessoas com necessidades especiais de alimentação. Pode substituir a farinha de trigo em quantidades iguais. Aqui no Brasil pode ser comprada a granel, ou em embalagens de 200g e 1kg em lojas de produtos naturais. Eu prefiro o creme de arroz por ter uma textura mais fininha. O creme de arroz é encontrado em qualquer bom supermercado comercializado pelas marcas Yoki ou Ferla.

Farinha de Arroz Integral:
É mais pesada que a farinha de arroz branco, é rica em sais minerais, carboidratos, proteínas e fibras. É obtida da moagem dos grãos de arroz integrais e por isso é possível notar a sua textura, um pouco granulada.Encontrada em lojas de produtos naturais, inclusive de origem orgânica.

Farinha de Arroz Moti:
Farinha obtida a partir de grãos de arroz glutinoso (espécie Oryza glutinosa) que é um tipo de arroz de grão curto, oriundo da Ásia, que se torna particularmente pegajoso após a cozedura. É chamado glutinoso no sentido de ser pegajoso e não no sentido de conter glúten. A farinha de arroz moti pode ser encontrada em lojas de produtos naturais comercializada pela Bifum.

Farinha de Banana Verde:

A fruta verde é usada para fabricar a farinha que tem grande valor nutricional. É um alimento prébiótico, é absorvida no intestino grosso alimentando a flora intestinal e assim gerando benefícios pra saúde, aumentando a absorção de nutrientes, combatendo a disbiose, aumentando a motilidade e protegendo a mucosa intestinal o que ajuda com as alergias. Para completar, tem pouco açúcar e grande quantidade de amido resistente, substância que dificulta a absorção de gorduras e da glicose. É escura, tem sabor forte e dá bastante liga. Em receitas deve ser usada no máximo na quantia de 1/4 de xícara.

Polvilho Azedo:
O polvilho azedo é um derivado da fécula de mandioca. Ele é um amido modificado por oxidação, com a propriedade de expansão que outros amidos nativos não têm. A expansão sem uso de agentes levedantes (fermento químico ou biológico) permite seu uso na fabricação de biscoitos de polvilho e pães de queijo. É encontrado em qualquer supermercado ou mercearia.

Polvilho Doce ou Fécula de Mandioca:
A fécula de mandioca, também chamada de polvilho doce, é usada na culinária de forma semelhante ao amido de milho (maisena). Além disso, possui um custo menor do que os outros amidos. É encontrado em qualquer supermercado ou mercearia.

Farinha de Tapioca:
A tapioca é um produto granulado obtido através da transformação parcial da fécula de mandioca em goma, possui grãos esféricos e regulares.É usada especialmente para pudins e cremes.

Fécula de Batata:
Tem excelente propriedade na panificação, especialmente quando combinado com ovos.
É bem fininha e tem um leve sabor de batata mas fica camuflado quando usado em receitas.Também encontrada em qualquer bom supermercado.

Farinha de linhaça dourada:
É rica em Ômegas 3 e 6: aumentam a defesa imunológica, previnem problemas de coração e doenças autoimunes (como atrite reumatoide) e ainda combatem os radicais livres responsáveis pelo envelhecimento precoce; em fibras solúveis que melhoram o trânsito intestinal; em caroteno que combate problemas de pele, como dermatites e ressecamento; em Ferro e Zinco que fortalecem o sistema imunológico e  em vitaminas E e C que combatem o envelhecimento precoce.

Farinha de coco:
A novidade nos Estados Unidos é a farinha de coco. A Farinha Orgânica de Coco é um alimento funcional, integral, com alta concentração de fibras, obtido da amêndoa de cocos saudáveis e maduros, sem adição de açúcar ou qualquer aditivo químico ou conservante. Melhora o funcionamento intestinal, ajuda a regular o açúcar no sangue protegendo contra o diabetes, auxilia na prevenção contra doenças cardíacas, contribui para perda de peso, possibilita bem estar geral ao organismo, protege a sua saúde por não conter substâncias químicas tóxicas.
Esta era uma farinha só encontrada lá fora, mas finalmente nós aqui na terra do coco, já temos uma empresa fabricando esta maravilha e de forma orgânica.

O leite de arroz é bastante neutro em sabor, compatível com qualquer utilização na cozinha e com matéria-prima presente na casa de qualquer família. É um leite vegetal de fácil digestão, podendo ser misturado a todos os outros para realçar seu sabor ou suavizar o de outro que seja mais forte.
Confesso que pra beber puro ou utilizar em receitas, prefiro o leite comprado pronto que tem um sabor mais doce e completamente diferente do caseiro.
Mas a pouco tempo me mudei para uma cidade pequena e com poucos recursos sendo possível encontrar o leite italiano somente quando vou ao Rio. Por isso, tenho feito bastante este leite em casa misturado com leite de amendoas ou de coco.

Leite de Arroz:
- 2 xícaras de arroz, qualquer tipo, sem lavar
- 10 xícaras de água mineral ou 2 litros e meio
- 1/2 colher das de chá de sal
- Metade de uma fava de baunilha

Modo de fazer:
1º Leve ao fogo a água com o arroz, o sal e a metade da fava de baunilha cortada ao meio, por 15 minutos, não mais que isso.
2º Passe o arroz com a água do cozimento pelo liquidificador, utilizando o modo pulsar em três pulsadas rápidas para apenas quebrar os grãos sem formar uma papa. Se você esperar o arroz esfriar ele cozinhará mais e absorverá mais água e mesmo produzindo o leite da forma descrita, ele ficará bem grosso.
3º Peneire mexendo delicadamente no arroz apenas para sair o líquido. Está pronto para ser utilizado.
Repare que na foto o leite da jarra é mais tranlúcido. Este é o leite de arroz puro. O do copo está misturado com leite de amêndoas e fica um branco mais leitoso.

Nota:
Adicionando cálcio:
Você pode adicionar cálcio ao leite misturando uma colher de chá de pó de casca de ovo ou cálcio de ostras em pó, encontrados em boas lojas de produtos naturais. Se misturá-lo a um pouco de leite de avelãs ele já estará enriquecido de cálcio, pois as avelãs são ricas em cálcio, mais até do que o leite de vaca.

Adicionando ômega 3:
Para fazer um leite enriquecido com ômegas, adicione 1 colher das de sopa de óleo de linhaça, ou de nozes, ou de canola prensados à frio e depois de pronto. Estes óleos não são os óleos de cozinha encontrados em supermercados. São vendidos em lojas de produtos naturais em pequenas garrafas de vidro.

Leite de Coco Caseiro:

O leite de coco mantém todas as propriedades da água, do fruto e da gordura. Trazendo inúmeros benefícios a saúde.
Mas o seu maior trunfo em relação aos outros leites vegetais é a presença do ácido láurico, substância presente em grande quantidade no leite materno e que possui propriedades contra fungos, vírus e bactérias, ajudando a combater infecções e aumentando a imunidade.
Além disso, é um alimento completo e excelente para dietas restritivas de leite animal e outros alimentos, pois contêm calorias, hidratos de carbono, proteínas, gorduras, sais minerais, vitamina A, B1, B2, B5, C, fósforo, cálcio, ferro, magnésio, enxofre, silício.
As mamães havaianas costumam dar leite de coco para seus bebês. Então se você tem um bebê alérgico a leite, pode ser uma boa opção. Consulte sempre o seu médico de confiança.
O seu sabor suave, permite ser bebido puro com prazer ou ser utilizado em receitas doces e salgadas.
Eu costumo misturar o leite de coco e todos os outros leites ao leite de arroz tanto para fazer render estes leites mais caros ou com gosto mais forte, quanto para realçar o sabor do leite de arroz.

Leite de Coco Caseiro:
- 1 coco
- 900 ml de água mineral morna. Eu prefiro usar água de coco comprada fresca, em quiosques que vendem fresquinho, tirado na hora.

Modo de fazer:
1º Fure o coco, retire a água e reserve.
2º Quebre o coco e leve-o ao forno quente por poucos minutos. Isto fará com que a polpa desprenda com mais facilidade. Com uma faca retire a polpa da casca dura.
3º Coloque a polpa no liquidificador junto com a água do coco que foi reservada e a água morna. Bata por uns 3 minutos.
4º Coe com um pano de algodão espremendo bem para retirar todo o leite. Está pronto para uso. Guarde o coco ralado no freezer para utilizá-lo em receitas.
Com a sobra do coco ralado você pode fazer deliciosas receitas.

 

 

 

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